domingo, 26 de dezembro de 2010
Certo?
sábado, 28 de agosto de 2010
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Mega Fuckin' Super SABONETE Colossus!
Miojo Cru
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Castigo?
domingo, 20 de junho de 2010
Primeiro Assalto
O fato a seguir ocorreu durante a época que eu tinha 12 anos. Lá estava eu, com o Bellé, o Rafael (irmão do Bellé) e o Marcelo, numa tranquila tarde, jogando Quake II com o adaptador para 4 controles. Eu, contra os três, estava ganhando. É aí que chega o Jason (Geison, meu primo) com a seguinte proposta: “Ô Quak! Larga esse monte de cueca aí e vamos na casa de uma amiga minha!”. O Quak, eu, no caso, que era um garotinho BV, ficou meio “assim” de trocar videogame por gurias. Tipo, largar o jogo que eu estava ganhando, pra ir ficar com gurias. Mas nessa época o efeito de Jason sobre o pobre Quak era grande. Então, fui convencido. Má escolha. Tínhamos duas possíveis rotas até a casa das meninas: a primeira, pela rua, segura e civilizada; e a segunda, pelo Parcão, um parque lotado de maconheiros assaltantes e assassinos que te matam e depois comem teu fígado.
Pois bem. Por motivos que eu desconheço, Jason escolheu a segunda opção. [pausa pra reflexão]O resultado já é de se esperar. Fomos surpreendidos por seis caras, um deles tinha uma chave micha (chave de ladrão pra abrir tudo, coisa de cheater). Eles levaram: R$1,00 do Jason, o boné dele e nossos tênis Skavator. Pra quem não lembra, ou não pegou essa “onda”, o Skavator (juntamente com o Qix) era o tênis mais fodinha do momento. E eu gostava pra caralho do meu Skavator. Mas enfim, levaram. Logo após o ocorrido, passou um casal de velhinhos que perguntou o que tinha acontecido. Depois de contá-los, eles chamaram a polícia, que achou os caras. Mas o mais peculiar é que os policiais bateram bem forte na cabeça dos fiádaputa com o tênis e disse: “Tu quer?! Vai comprá, vagabundo?!
Assaltante me dá nojo.
Tchau
Gráfico Esquisitice X Simpatia
Depois de uma madrugada de muito Super Nintendo, Master System e piadas sobre o Kabuto, eu e meu amigo Patrick resolvemos sair pelo bairro à procura de cartuchos (tá, eu sei que são “fitas”) de Super Nintendo (que é o meu vídeo game). Pois então, combinamos de que iríamos revezar quem iria perguntar sobre os jogos. Uma vez ele, outra eu. Na maioria foi normal, disseram que não tinham. Perguntamos se sabiam onde tinha, disseram, lamentando, que não. Mas teve um bazar, em que a dona nos atendeu, simplesmente, como uma grandessíssima filha da puta. Detalhe agora, ela era super magra e esbelta. Lembrem disso, pois é um ponto-chave nessa história. E teve outra loja em que nós fomos super bem atendidos. O dono disse que não tinha também, mas deu sugestões de onde nós podíamos conseguir. Ele era um gordão.
Aí, eu fiquei com isso na cabeça. Será que foi acaso? Ou será que as pessoas não tratam os gordos como os outros e então eles têm de ser mais legais para compensar? E essa não é a primeira vez que eu vejo isso. E também não só com gordos, mas com gays, feios, esquisitos, nerds. Toda a parte da sociedade que, aos olhos da grande maioria, não é “cool”, não é “dahorinha”, tende a ser super mais legal com as pessoas. É mais ou menos tipo um gráfico onde a esquisitice é proporcional ao carisma da pessoa. Mas antes de vir me xingar, quero deixar bem claro que eu não estou generalizando. Casos não casos. Eu só estou falando o que eu vejo por aí.
Ah. E tem também o gráfico popularidade x falsidade, que também é diretamente proporcional.
Tchau, não sejam toscos. Ou sejam… é, sejam.
É de grau, ou de fazer grau?
Sempre achei legal e bonito, usar óculos, aparelho e tal. Mas infelizmente, e felizmente eu não tenho problemas de visão, o que me impossibilita de usar óculos. Porém, encontrei na internet, a solução para o meu “problema de não ter problema”. Um óculos feito, exclusivamente, para caras toscos e metidos a geek que querem usar um óculos quadradão e fazer curso de design. Pois bem, comprei, já prevendo as reações e opiniões alheias. Mas como vocês já podem ter notado, eu não dou a mínima, mesmo, né. Após o primeiro dia, os resultados foram os seguintes: alguns gostaram, outros não;desses aí, alguns disseram a verdade, outros não; e 12 pessoas o tiraram do meu rosto para experimentar.
Mas não é esse o meu ponto. O meu ponto é de exclamação. […] Ããããii, cala a boca Quak. Ok. O meu ponto é: a opinião de certas pessoas influencia sim, nas nossas atitudes. Ninguém age totalmente independentemente. O que a gente tem que fazer é filtrar toda essa informação e jogar fora o prejudicial a sua personalidade. Quando a filtragem não ocorre, resulta em um caraterzinho qualquer que apenas segue a maré. Quando ocorre, a pessoa fica, no mínimo, menos generalizada.
Só quero dizer que eu vou usar o óculos até, quando eu tirá-los, as pessoas falarem: -Nossa, como você fica diferente sem óculos.
E é isso. Tchau. Beijo pra quem lê.
Não sou poeta.
Durante uma aula de português
Me lembrei que certa vez
O Quakinho teve um sério problema
Seu cachorro havia realmente comido seu tema
Pode parecer armação
Mas juro que não é, não
O cachorro rasgou com os dentes, sem tesoura
E aí, como contar isso a professora?
Maldito Bingo, que Deus o tenha
Mas era danado, o filhote da ex-prenha
Por isso não apanhou
Pois com lambidas se desculpou
A professora acreditou
Um bilhete explicando, a mãe mandou
Quakinho saiu ileso
Mesmo achando que seria preso
Quem realmente gosta de ir a escola?
Tive uma semana repleta de provas. Exaustiva. Chata. Mas me fez pensar em algumas coisas. Como, por exemplo, o fato de 90% (ou mais) dos estudantes não querer estar estudando, mas estudar por um motivo misterioso que eles nem querem saber. É o meu caso.
Por que cinco dias da semana somos “forçados” a ir para um lugar de onde só temos vontade de sair? Acho que um pouco por sabermos que se fizermos isso agora, depois teremos moleza pro resto da vida. Talvez, porque a sociedade inteira dá valor para o estudo. Mas esquecem do principal: o caráter. Algo que ninguém pode nos ensinar e quase ninguém tem.
Não acho que isso está certo. A gente não devia se matar fazendo uma coisa que odeia, só pra depois não precisar mais. Não tenho uma solução também. Por isso vou continuar nessa escravidão psicológica.
Esses dias, durante uma aula de matemática, me questionei: será que se na escola, nos fizessem jogar video games durante horas e nos dessem provas de Mortal Kombat, iríamos chegar em casa loucos de vontade de calcular logarítmos e chegaríamos para os amigos e diríamos “bah, nem sabe. consegui uns exercícios de termodinâmica super foda, tem que vê!” ?
Será que a gente odeia só por que nos fazer ir desde pequenos? Ou é chato mesmo? Seja lá o que for, eu não sou rebelde o suficiente para largar. Não odeio tanto assim, nem tenho os colhões necessários.
Comprei um óculos sem grau? O quão tosco é isso? Hein?
Tchau.
Queria que isso fosse um vídeo.
Eu não sou criativo. Nem bom com as palavras. Por isso, para eu escrever algo razoavelmente bom, precisa acontecer algo legal ou frustrante comigo, infelizmente. As coisas não surgem do nada. E eu queria muito fazer um vlog. Mas nunca acontecia nada legal. Pois bem, aconteceram duas coisas comigo. Uma legal e uma frustrante. Eu fui ao supermercado com meu amigo pagar o cartão do meu pai. Na hora que eu cheguei no caixa, despreocupado, eu olhei para a minha esquerda. E o que eu vi? Um lata. Não com um simples conteúdo, mas com um néctar que só poderia ter sido desenvolvido pelos deuses das bebidas. É pessoal, eu estou falando de Coca-Cola. E aí tu me diz:
- Tá, Quak. Mas o que isso tem de mais? Nunca tomou Coca-Cola?
Alguém aí já tomou uma Coca de 473 ml? Pois eu nunca tinha tomado. Ela é grande. Mas não é uma garrafa. Ela é uma latinha. Latona. E poxa, ela é bonita pra caramba porque ela é decorada com desenhos legais da Copa do Mundo. Essa foi a parte legal.
Aí, na saída do supermercado, enquanto eu saboreava a minha delícia gelada e gasosa, um garotinho de rua veio e me pediu dinheiro. Acho que ele sabia o meu ponto fraco. Eu não consigo negar dinheiro as pessoas necessitadas. Eu dei o troco do supermercado para ele. Uns dois reais (mais que o preço de uma Coca). O que me surpreendeu um pouco foi que, na hora em que eu esperava um “brigado tio”, eu ouvi um “dá um pouco de refri?”. Ah, a Coca era minha. Eu tinha pagado por ela. Estava me divertindo tanto! Mas ele era uma criança e crianças amam refrigerante. Eu entreguei a lata a ele, esperando ele beber o gole. O que eu não sabia, era que na terra mística de onde ele veio, um pouco de refri significa uma lata inteira de refri. Ele pegou a lata (ainda sem “brigado tio”) e foi indo embora. Essa cena me lembrou um post do PC em que ele fala exatamente isso. As pessoas da rua nunca acham que você vai pedir as coisas de volta. Eles consideram “um pouco” como sendo “tudo que tu tem”. Mas eu estava com sede. E queria muito aquela lata. Aí eu falei para ele:
- Não não cara. Toma um gole e me devolve.
Eu não fiquei com nojo de tomar de novo. Nada a ver. Mas meu amigo disse que ele ficou me olhando um de longe depois (não passo mais lá para não ser esfaqueado).
Eu trouxe a latinha para minha casa e eu ia fazer um vídeo com ela, contando isso que eu acabei de contar. Mas quando eu cheguei descobri que a câmera estava sem baterias. Aí, agora elas estão no carregador. Talvez eu faça um vídeo falando isso aqui. Mas vai ser podre para quem está lendo isso agora.
Estava olhando a latinha de Coca e eu reparei em certas coisas. Primeira: ela tem 473 ml. Comecei a pensar e cheguei a conclusão que deve ser é porque é legal fazer um coisa toda fora do padrão. Segunda: as informações nutricionais se referem a uma porção de 200 ml de Coca-Cola. Mas eu não comprei uma lata de 200 ml, comprei? Eu comprei um de 473 ml. Como diabos eles esperam que a gente calcule essas coisas? Fazendo regra de 3? Agora eu tenho que fazer regra de 3 para tomar refrigerante? Por que não fazem então múltiplos de 200, ou sei lá. Não. ELES deveriam calcular e pôr, na lata de 473 ml, as informações nutricionais para tal. Isso me irrita profundamente. Me irrita mais do que se aproveitarem do meu refrigerante.
Tchau.
As máscaras coloridas.
Me deu um vontade de falar certas coisas para certas pessoas. Eu já não agüento mais ver essas pessoas, principalmente jovens se preocupando com o modelinho de vida fútil que elas criaram para impressionar outros modelinhos como o deles. Porra cara. Pra quê? Aparências fedem e não te trazem felicidade.
Não, admite agora. Vai dizer que tu já foi feliz, mas feliz de verdade fingindo ser essa pessoa que ouve as músicas da hora, que veste as roupas iguais a de todo mundo e que tem um cabelo igual ao cara do teu lado. Não estou dizendo que seja errado usar o que está na “moda”. Afinal, pode definir o certo? Mas, se for fazer algo, vestir algo, opinar sobre algo, que saia da tua cabeça.
Eu falo isso porque eu já fui assim, mas meu, isso é podre demais. Eu saia em festas que eu nem curtia só porque a “gurizada” toda ia. Mas aí eu pensei: peraí, eu prefiro ficar jogando video game cara!
Mas sempre tem alguém, ou um grupo para te chamar de tosco, de errado. Isso é porque tu se destaca. É preciso adotar uma filosofia, que não deve ser compreendida literalmente: fodam-se todos! Ela é bem simples. Tu escuta o que os outros tem a dizer, se tu achar que está certo, tu aceita a crítica. Se não, não aceita. Simples demais, na verdade.
Porque não é uma marca, uma roupa, uma aparência que vai te fazer feliz. Pode parecer frase de velho, mas a felicidade realmente está nas pequenas coisas. Será que essa é uma daquelas coisas que só se percebe depois dos 18 anos? Será que eu estou ficando velho? Sei lá. Mas isso não muda o fato de que, no fundo, no fundo, só a gente sabe o que nos faz feliz.
E geralmente amizades verdadeiras estão ligadas a essa felicidade. O que, ao contrário do que todos dizem, não é nem um pouco difícil de encontrar, se tu for transparente com todos. Quem gostar de ti, e não da tua máscara, vai gostar realmente de ti. E isso sim é felicidade.
Acho que esse post ficou muito sério e chato. Mas eu precisava falar isso. Porque eu não aguento ficar só olhando. A juventude está cada vez mais como eu descrevi acima. Ainda dá para salvar. Video games são a solução, sempre.
Tchau
Sem criatividade.
Acho que ando meio doido, por alguns motivos que posso citar agora. Primeiro, eu comecei a andar com uma máscara de Homem-Aranha que veio num ovo de páscoa, no bolso. Segundo, esses dias eu estava achando o banho chato demais e comecei a conversar comigo mesmo sobre vlogs e sobre esse blog, em inglês. Terceiro, a cada três palavras minhas, duas são sobre video game. Eu ando falando para as pessoas apertarem baixo, baixo, cima, L1, quando elas estão jogando vôlei. Sem contar o fato de eu usar notação científica, falando. Exemplo: Nossa, esse blog do Quak é chato x10³³²³³.
Digo doido, porque imagino que isso só aconteça comigo. Certo?
Arranjei uma câmera. Isso quer dizer que talvez em breve eu poste vídeos. Que são muito mais legais porque aí vocês não precisam ler (hihi). Basicamente, eu vou falar as mesmas merdas que aqui. Porém, com o recurso da imagem, eu poderei proporcionar a vocês um número maior de momentos toscos. Acho que eu estou ficando chato.
Tchau.
Golpe estilo Mortal Kombat.
Essa semana, enquanto eu assistia a algumas lutas de vale-tudo, me lembrei de algo muito peculiar na minha infância. Eu não era o que se pode chamar de brigão, mas eu me defendia. E me lembrei de um certo golpe infalível que eu havia desenvolvido, que era eficaz contra qualquer um. Qualquer um mesmo.
O golpe se chamava Não Mandei Vir. Consistia em deixar os braços retos para baixos e começar a girá-los com enorme velocidade de rotação, na direção do inimigo. fazendo-o ou recuar ou tomar um “murro” na cara. Independente a escolha do adversário, o golpe funcionava.
Não tentem isso em casa.
Tchau.
Desculpa, a gente tem que dar um tempo.
É, pois é. Eu reparei que eu estou ficando viciado nesse negócio de blog e internet. E deixando de realizar minha obrigações e socializar com a família. Então veja bem, o problema não é você. Sou eu. Acho melhor a gente dar um tempo. Só para ver no que vai dar. Vou sentir sua falta bloguinho.
Tchau.
E essa orelha atropelada, guri?
Certo dia, um garotinho gordinho e tosco, chamado Douglas, estava em sua casa com seus primos gêmeos, Fábio e Felipe. Era época da febre Digimon e os garotos estavam eufóricos pelas cartinhas que vinham nos salgadinhos Elma Chips. A obsessão era tanta, que fez os inocentes garotinhos controlados pela mídia e propaganda pedirem dinheiro para suas mães:
-Mãe, dá dinheiro pra gente comprar salgadinho?- disse Douglas.
-Tá bem, mas vocês tem que ir no mercado da esquina. Nada de ir na Sapiranga. Aquela rua é muito movimentada.- respondeu a mãe.
Adivinhe. O mercado da esquina não estava aberto. Foi aí que Douglas sugeriu quase que como um confronto ao aviso de sua mãe:
-Vamos lá na Sapiranga? Lá ta aberto.
Os primos, como eram mais velhos, não tinham problemas em atravessar ruas movimentadas, aceitaram a sugestão abusada do Douglinhas.
Algumas quadras depois, os garotos esperam um momento de calma do trânsito para realizarem a travessa. Sucesso. Estão do outro lado.
-Moça, me dá um Doritos de Queijo Nacho?
-Claro, toma. São R$1,50.
Wargreymon. Foi essa a cartinha que veio. Ninguém tinha essa cartinha. *-*. O trânsito ainda é agressivo. Os primos esperam pacientemente. Porém, Douglas acha uma falha na serpente de automóveis. Ou, pelo menos, é o que ela acha. De encontro a ele, vem um Fusca. Com os faróis como olhos de um Transformer, vindo destruí-lo em um simples golpe de para-choque. Mas Douglas não é mané. Douglas sabem se esquivar, e muito bem. E foi sua bela esquiva que o condenou. Por um azar inexplicável, que só pessoas que morrem com bala perdida no hospício tem, Optimus Prime (ou Fusca) desviou para o mesmo lado. Felipe diz que viu o primo voar,literalmente, por cima do robô.Fábio corre de volta para a casa de Douglas, contar a sua mãe do ocorrido. Mas como, há alguns dias atrás, Fábio aplicou uma pegadinha em todos, dizendo que Felipe havia sido atropelado, todos riram como se Fábio fosse um tolo com “kick my ass” nas costas. Mas o menino, desesperado com o possível óbito do primo, insiste dramaticamente, até que os adultos acreditam em sua história de atropelamentos e Transformes.
Douglas estava estirado pelo asfalto quente da rua Sapiranga, devido ao forte golpe do robô. Foi aquele movimento de 0,23 segundos que causaram a Douglas, uma perna quebrada e 5 pontos na orelha. E a Optimus, uma dentadura nova.
Felizmente a dona do Fusca, arcou com os prejuízos, mesmo a criança idiota tendo toda a culpa. E tudo acabou bem. Inclusive para Douglas, que ficou vários dias sem aula, sendo tratado como um rei em casa e olhando desenhos antigos do Homem-Aranha, seu super-herói preferido. Fim.
Tchau
Hahaha, tu devia se chamar Hilário ¬¬.
Esses dias, durante uma aula, o professor me pediu o livro, o qual eu não possuo. Um pouco porque ele é caro, mas mais por preguiça mesmo. Ele me chamou a atenção, até aí tudo bem. Eu não tenho problema nenhum em admitir que eu estou errado. Mas o que me deixou puto, foi o fato de ele expor aquilo à metade do continente americano e ainda me chamar de “nenê”. O.o. WTF?! Que merda hein?! Nossa fiquei muito puto na hora.
E eu reparei que isso acontece freqüentemente quando se trata de alguns professores. Eu digo alguns, pois há professores bem mais discretos nessas situações. Tipo, há uma cadeira quando se faz mestrado que se chame “filhadaputagem nível avançado”? Porque meu, isso não está certo.
Outra coisa que me faz perder o almoço é que todo ano, a comida do bar da escola sobe de preço. Será que acham que aumentando de pouquinho em pouquinho a gente não vai ver? Ou eles não tem culpa? Sei lá. Mas não me supreenderia se daqui a 200 anos, um folhado custasse R$512,89.
Tchau
O arquivo
Como alguns já sabem, minha câmera está no conserto. Por isso não pude começar a gravar meu Vlog. Porém, ontem a noite, fiz um vídeo usando a minha webcam. Ficou um verdadeiro lixo. Mas mesmo assim, quis postá-lo no meu canal do VocêTubo. A minha surpresa foi que, após alguns minutos de gravação, o formato do vídeo apareceu como formato “arquivo” :o. Isso lá é formato?! Arquivo?! Porra. Tá, tudo bem. Fui tentar subir no youtube. Ele não reconheceu o “formato” ¬¬. Como se já não bastasse, esse “arquivo” me ocupa 0,99Gb de HD. Me diz: como diabos um videozinho de menos de 5 minutos pode ter quase um Giga de tamanho? Se alguém souber como eu faço para converter esse arquivo, por favor, compartilhe da informação com a minha pessoa. Ficarei enormemente agradecido. Já me disseram para usar um programa para converter. Mas o problema é que eu quero converter ARQUIVO (isso não é formato, porra hein) para AVI ou MPEG.
Acho que vou começar a fazer posts menores, pois já me reclamaram do tamanho de alguns posts. Ou não também, né? Gente preguiçosa. Vão ler! (Olha quem fala). Acho que não li 10 livros a vida toda. Mas em compensação já virei muitos jogos de videogame. :D
O incrível mamífero que põe ovos.
Vocês já se perguntaram por que diabos os coelhos de páscoa põe ovos? Tá, tipo, eles querem um mamífero que ponha ovos? Escolham, então, a porra do ornitorrinco cara.
Esse é o tipo de coisa que me deixa puto e acaba com o meu almoço.
Original Copy.
Originalidade. Eu sou original. Tu me copia. Eu te copio. Todos nós copiamos todos nós (não sei se isso ficou bom).
Estava assistindo o canal do PC esses dias, e ele falou em cópia dele. Que algumas pessoas estavam imitando ele. E também, no canal LReporta, ele falou que ninguém é original. E eu concordo plenamente.
Quem é que usa uma roupa, fala alguma coisa, faz alguma coisa que alguém NUNCA fez antes? Como diz na tatuagem do PC, do Clube da Luta: “Copy of a copy of a copy”. É o que somos. O original nada mais é do que a pior cópia. Eu gostaria de fazer um vlog, mas tinha medo que dissessem que eu estivesse imitando alguém. Mas meu. Foda-se isso! Pode falar. I don’t give a fuck. E possivelmente, eu esteja imitando umas 4,78x10³²³ pessoas nesse post, incluindo o PC, meu amigo Gibson até o Ratinho, se duvidar. Só quero que um amigo meu venha e diga: cara, teu post tá uma merda. Amo sinceridade. Amo demais.
Tomei café demais, talvez esse post fique ruim como os outros. Mas como podem perceber, eu não vou apagar post nenhum. Estão ruins? Ótimo, são meus. Eu faço o que eu quiser. Sabe por quê? Porque eu tenho 18 anos :D (tosco mode [ONpracaralho]).
Tchau.
Não curti teu último post.
Não tenho câmera.
Título auto-explicativo. Eu não tenho uma câmera. Na verdade tenho, mas ela não liga e a lente ficou eternamente para fora. Talvez essa semana eu leve para consertar. Minha mãe disse que eles consertam na praça do triângulo. Mas isso não vem ao caso.
Antes de mais nada, gostaria de dizer, que esse post pode ser extremamente chato e desinteressante. Pelo fato de eu não “editar” nada. Eu não usarei a tecla BACKSPACE. Vou apenas escrevendo o que está na minha cabeça.
Pois bem, para os que ainda não fecharam a janela e me trocaram por algo mais interessante, saibam que eu gostaria muito de ter a minha câmera de volta. Ou uma nova, o que seria bem melhor, mas inviável, pelo fato de eu não ter dinheiro algum.
Eu até gravei um pouco esses dias, pela madrugada, com a webcam, fiz um teste de audio da web, mas meus pais estavam dormindo e divido a minha voz baixa e outras coisas, ficou um verdadeiro lixo.
CONFIRAM A GRANDE MERDA AQUI: http://www.youtube.com/watch?v=yBKpLB_EwME
Semana passada, eu achei uma máscara do Homem-Aranha, que eu ganhei na Páscoa do ano passado. Então, a partir daí, comecei a andar com ela no meu bolso de trás. É incrível, como a gente se sente mais seguro.
Não sei se sou só eu, mas acho que antigamente os jogos de videogame eram bem melhores. Sei lá. Eles tinham alma. Eles tinham de ser bons, pois não impressionavam em gráficos. Hoje em dia, são visualmente perfeitos, com uma ótima jogabilidade. Porém, não têm aquela magia dos clássicos como Mortal Kombat 1 ou Super Mario Bros.
Acho que é isso, estou sem muito o que falar. Quando algo me deixar puto da vida, eu posto de novo.
Tchau.
quinta-feira, 22 de abril de 2010
São quase duas da manhã, o café estava forte demais, me fazendo perder o sono e pensar sobre algumas coisas. Estou escrevendo no meu caderno de matemática (na verdade, agora estou digitando o que eu escrevi no caderno) com uma caneta do Homem-Aranha, que eu ganhei da minha namorada. Porque se eu tivesse ido dormir, provavelmente esqueceria tudo pela manhã (talvez fosse melhor assim).
Vou me apresentar como se fosse o primeiro dia de escola:
- Oi! Me chamo Douglas Poliesti Cardoso (alguém vai dizer “Poliéster?!” ¬¬, essa piada perdeu a graça, juntamente com aquela de se ajeitar na cadeira quando a professora diz: POSTURA). Algumas pessoas me chamam de Quak. Mas poucas delas sabem o incrivelmente desinteressante motivo tosco: eu fui buscar uma prova de História na mesa da professora, na 7ª série, imitando os passos de um pingüim. [...] Pois é. Bom podre não é?
Eu fiz 18 anos, agora, dia 6 de abril. Nada mudou na minha vida, como maior de idade, por enquanto. A não ser o fato de não ser mais crime, eu ingerir bebidas alcoólicas (algo que eu não faço questão também).
Moro numa cidade chamada Novo Hamburgo (eu acho que não tem nada a ver com Hamburgo, na Rússia), que fica no Rio Grande de Sul (já espero piadinhas a respeito, mas isso significa que, pelo menos, as pessoas de fora do estado estão vendo isso :D)
Faço curso de mecânica na F. E. T. Liberato Salzano Vieira da Cunha. Um colégio técnico, que é famoso pela maior feira tecnológica da America Latina. Sei lá, nunca sai do Brasil.
Gosto demais de jogar vídeo games, desde criança. Acho que é por que ele era meu melhor amigo. Por isso eu era um gordinho sedentário e sem amigos. Mas eu não entendo uma coisa. Agora eu ainda jogo, e tenho amigos e até uma linda namorada (te amo July). Enfim, eu amo jogar. É meu hobby preferido quando estou sozinho. Mas eu faço outras coisas, claro. Eu jogo basquete e... e... jogo muito vídeo game. E MAIS VIDEO GAME!
Acho que é isso. Eu já devia estar dormindo, pois amanhã tenho que estudar, porque tem prova de matemática na sexta-feira.
Eu não sei o que eu faço com isso. Eu ponho no “quem sou eu?”, acho que não cabe. Eu faço um blog ou vlog e começo a postar? Não, vão me chamar de imitação. Mas afinal, TUDO é imitação, não? Pense bem. É sim. NADA é original.
Eu levantei da cama porque eu ia escrever uma sugestão para o twitter @jafizisso: me ajeitei na cadeira quando a professora disse “postura”.
Aí, sei lá, estou escrevendo ainda. Nossa, é bom. Parece que estou falando com alguém. Queria ter uma câmera agora. Eu começaria dizendo:
- Antes que digam que eu to imitando o PC... (aí eu apareceria de máscara do Homem-Aranha) ... eu não to, ta?
(Aí eu apareceria de óculos e camisa xadrez) nem um pouco.
DOR NA MÃO
- Espero sim, receber muitos comentários, pode xingar, xinga aí, pelo menos ganhei views.
- E pra você, que ainda não fechou a janela e foi me xingar: valeu, mas não vai melhorar.
Eu iria, sei lá fazer reviews de jogos e desabafar sobre as coisinhas que me irritam (e são muitas) e que eu guardo pra mim.
Não iria dizer coisas como: “eu espero que você morra”. E sempre que eu falasse algo PARECIDO com algo que o PC diria, eu iria pagar um pau e falar que estava imitando ou fazer a devida referência.
Acho que pode dar certo, sei lá, acho que vou dormir agora. É que eu não consigo parar de ter idéias, e se eu não escrever, eu fico LOUCO.
Escrevi umas 3 páginas. Na hora de fazer redações, eu não faço nem 1/3 disso.
Meus olhos ardem. Earl e Julynha me chamam para apagar a luz e dormir (calma, calma, Earl é meu sapo de pelúcia e Julinha meu corderinho de pelúcia que meu amor me deu, [te amo July Helen]). Eu sei que os colchetes são por fora. Fiz errado.
O que será que eu faço com isso? Nunca fiz isso antes. Não sei se as pessoas olhariam. “Eu não sou engraçado”, eu diria. Pois, não é isso que se chama senso de humor? NÃO tentar ser engraçado? (Nunca ria de suas piadas, elas terão mais graça).
Eu posso tentar. É, talvez. Preciso de uma câmera e alguém que edite vídeos. Pra eu não ficar: “Hããã... E... Tipo... sem saber o que dizer.
Acho que vou fazer Nº 01, e em seguida dormir. Então é isso. Tchau. Eu devia fazer isso mais vezes.
dpcquak
domingo, 10 de janeiro de 2010
Tony Hawk Underground 2

Descrição: Tony Hawk´s Underground 2 é o 6º jogo da franquia Tony Hawk, que apresenta diversas melhoras no gráfico e na jogabilidade em relação as versões anteriores. Além de novas manobras que permitiram "combos" muito maiores (como o sticker slap).
Possui 2 modos de jogos, cada um com 3 dificuldades. No Story Mode, a missão é fazer parte da equipe de Tony Hawk num desafio ao redor do planeta contra a equipe do desafiante Bam Margera (integrante do Jackass). O jogador tem como meta destruir o mundo com sessões de skate em cidades como Barcelona, Los Angeles, Berlim e muito mais.
Configuração Mínima:
¤ Sistema Requerido pelo Fabricante: PIII 800 MHz, 256 MB RAM, Win 98/ME/2000/XP, 2,5 Gb de espaço em disco, Placa de vídeo 3D c/ 32 Mb e suporte total ao DirectX 9, CD-ROM 8x.
¤ Sistema Sugerido: Athlon XP 2.4+, 512 Mb RAM, placa de vídeo com 128 Mb (ATI ou nVidia), CD-ROM 40X. placa de som Creative Audigy.
Sistema Operacional: Win 98/ME/2000/XP/Vista




