Porém, nos dias atuais, a realidade é outra, completamente diferente. Os jovens, em sua grande maioria, agem como marginais, perante qualquer figura autoritária.
A culpa por esse comportamento deplorável é, obviamente, dos próprios jovens. Mas seus educadores não são totalmente livres de culpa. Como dizia aquele provérbio popular: "cada um planta aquilo que colhe". Claro que são vários os fatores responsáveis pelas atitudes de um indivíduo. Como o meio em que se encontra, suas crenças, seus ideais, etc. Mas quem "gerencia" quais desse fatores vão entrar nas cabeças de seus filhos? Os pais. Que não tomam as medidas necessárias para criar uma pessoa de caráter.
É preciso ter pulso firme para agir sempre em prol da educação do jovem. E tomar medidas para seu bem. Sejam elas: uma conversa, uma orientação, ou, até mesmo, uma punição proporcional à gravidade de seus atos.
O problema é que no país em que vivemos, as punições não são rígidas o bastante para evitar reincidências. Por exemplo: um aluno agride, fisicamente, um professor. Em vez de ele ser levado diretamente à um centro de detenção para menores, como a FASE (antiga FEBEM), ele é encaminhado à uma psicóloga ou pedagoga, alguém a quem ele não dará ouvidos. E assim, voltará a ser um infrator. Se me perguntassem, tudo seria pena de morte. Assim não haveria crime algum.
É preciso haver, pelo menos, um pouco de medo por parte da população com relação à punições, para não haver o caos.
Então, se a situação for analisada com mais calma, é visível que o início do problema está nas autoridades. Se nenhuma atitude drástica for adotada, a situação tende a piorar cada vez mais. É tarefa dos educadores impor limites novamente e controlá-la.
Essa foi minha dissertação sobre "violência nas escolas" para a aula de Português. Tinha que ter uma citação. Eu falo mesmo. Pra mim, seria pena de morte pra tudo.
Tchau
teu blog é mt sério cara, esse post pelo menos.
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