domingo, 20 de junho de 2010

Não sou poeta.

Durante uma aula de português

Me lembrei que certa vez

O Quakinho teve um sério problema

Seu cachorro havia realmente comido seu tema

Pode parecer armação

Mas juro que não é, não

O cachorro rasgou com os dentes, sem tesoura

E aí, como contar isso a professora?

Maldito Bingo, que Deus o tenha

Mas era danado, o filhote da ex-prenha

Por isso não apanhou

Pois com lambidas se desculpou

A professora acreditou

Um bilhete explicando, a mãe mandou

Quakinho saiu ileso

Mesmo achando que seria preso

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